da população brasileira aposta em bets, são 25 milhões de apostadores ativos.
Governo Federal / Banco Central, abril de 2026
Anamnese estruturada, critérios diagnósticos e roteiro de entrevista, prontos para aplicar já na próxima sessão.
1º Lote - apenas 100 ingressos
da população brasileira aposta em bets, são 25 milhões de apostadores ativos.
Governo Federal / Banco Central, abril de 2026
maior mercado de apostas do mundo. R$ 22 bilhões faturados pelas bets em 2025.
Regulus Partners, via BBC News / Senado Federal
dos pacientes que procuram tratamento no PRO-AMJO (IPQ-USP) têm ideação suicida.
Metrópoles; Radis/Fiocruz, 2025
de beneficiários do Bolsa Família enviaram Pix para empresas de apostas.
Análise técnica do Banco Central / Senado Federal, 2026
O sistema público não dá conta. Os ambulatórios fecharam triagem. A demanda saiu na frente, e quem chegar primeiro vai atender.
Existe uma oportunidade clínica concreta aqui, e poucos profissionais estão vendo. Quem se posiciona agora ocupa o espaço em três frentes (consultório, escola, empresa) enquanto a concorrência ainda está descobrindo que o nicho existe. Na prática, esse espaço se decide dentro da sessão, no primeiro caso que você conduzir com instrumento na mão.
Numa agenda de 25 pacientes, três apostam. É a conta dos números logo acima, 12% da população brasileira apostando em bets, aplicada ao tamanho da sua agenda. Apostar não é ter Transtorno do Jogo, e essa conta não diz quantos dos três fechariam critério diagnóstico. Diz que o tema provavelmente já entrou na sua sala, sem que ninguém precisasse dizer a palavra aposta.
O apostador chega ao consultório pela consequência, não pelo comportamento:
Qualquer uma dessas queixas entra na sua sala sem a palavra aposta, e segue em atendimento com o nome que veio escrito no encaminhamento.
Você conduz bem o que consegue ver. O que falta não é escuta: é a pergunta que abre o tema e o instrumento que classifica o que a resposta revela. Sem os dois, o atendimento gira em volta da queixa que veio na porta, o caso trava sem motivo aparente e, algumas semanas depois, o horário dele está vago na sua agenda sem que você saiba por quê.
Quando a palavra finalmente aparece na sessão, o que trava é o passo seguinte.
"Fiquei sem saber o que fazer. Não tinha nem instrumentos para avaliar."
Frase literal de uma psicóloga numa supervisão recente
É esse passo seguinte que o sábado 24 de outubro coloca no seu caderno.
Você constrói os três nas seis horas ao vivo de sábado, e a versão final fica na sua área do aluno.
O protocolo de anamnese abre o tema. Ele traz a pergunta que localiza o comportamento de aposta no histórico do(a) paciente sem soar como interrogatório, e organiza o que você já ouviu em dado clínico comparável de uma sessão para a outra.
Os critérios diagnósticos separam comportamento de risco de Transtorno do Jogo, dentro do DSM-5-TR e da CID-11. Eles mudam a sua conduta: quem você acompanha no consultório, quem precisa de rede e quem entra em acompanhamento conjunto.
O roteiro de entrevista conduz a sessão depois que o tema está na mesa. Ele dá a sequência de perguntas, o que registrar e o que devolver ao(à) paciente ainda no mesmo atendimento, para a segunda sessão não começar do zero.
No VIP entram também os instrumentos de rastreio e o diário de rotina do paciente apostador, que sustenta o acompanhamento nas semanas seguintes ao primeiro atendimento.
Os três do básico saem do sábado prontos para imprimir. Na segunda-feira seguinte eles estão na sua mesa, em papel, com a sua letra nas margens.
A Lei 14.790, que regulamentou as apostas online, é de 2023. As bets só começaram a operar comercialmente em janeiro de 2025. O repertório clínico específico em português ainda está sendo escrito, e o paciente já está sentado na sua frente. O tema nasceu ontem, e a sessão é hoje.
Circula bastante material introdutório gratuito sobre apostas. Ele te ensina a abrir a porta e a acolher a queixa. Não te ensina o que fazer na sessão seguinte, com instrumento na mão e plano de intervenção montado. Acolhimento não é tratamento.
Sem protocolo de condução, sem repertório de prevenção de recaída, você está ouvindo, não conduzindo. O paciente sente isso na primeira sessão.
Existe material acadêmico vendido por R$ 800. É EAD assíncrono, sem aulas ao vivo, sem supervisão de casos. Vira ícone esquecido no computador. Não qualifica o seu manejo clínico em bets.
Psicólogas clínicas que participaram das edições anteriores. Com as próprias palavras, o que mudou na leitura do Transtorno do Jogo dentro do consultório.
“A imersão me proporcionou uma visão de 360° sobre toda a engenharia arquitetada para manter pessoas dependentes dos jogos. Compreendi a destruição sistêmica que um dependente em jogos pode causar, que vai muito além dele mesmo.”
“Ajudou, e muito. A parte mais técnica eu não tinha visto em lugar nenhum: estudo artigos sobre o tema e não têm o mesmo conteúdo. Na prática é totalmente diferente da teoria, e uma precisa complementar a outra.”
“A imersão entregou elementos importantes para a prática clínica. Fiquei atenta à necessidade de conhecer os meandros da ludopatia para não perder o paciente logo no início.”
“A imersão clareou muito a minha visão sobre a Ludopatia e sobre as consequências na vida de quem sofre desse transtorno. Me identifiquei com todo o conteúdo apresentado.”
“A imersão me possibilitou uma visão real da dimensão do problema e forneceu instrumentos que auxiliam na hipótese diagnóstica e no manejo clínico.”
Profissionais que já perceberam a necessidade de qualificação na área.
Dois blocos no mesmo sábado, transmitidos pelo Zoom. Não é live de divulgação. Não é palestra motivacional. É conhecimento clínico aplicado, com material que você usa no consultório na semana seguinte.
Bloco I: Conceito e Avaliação Clínica em Bets
Bloco II: Instrumentos, Intervenção e Pós-dependência
"A primeira sessão é crucial para demonstrar domínio do repertório técnico. Quem improvisa perde o paciente na segunda semana."
Dra. Glaucia Luiz (CRP 06/134954, IPQ-USP)
Pesquisador, professor e palestrante na área das dependências tecnológicas
Pioneiro na criação e coordenação do primeiro Curso de Especialização em Dependências Tecnológicas no Brasil, junto ao MEC.
PhD na área das Ciências Humanas, Interação Humano-Computador, foco no desenvolvimento humano na interface com o digital. É Pós-Doutor em Educação Digital (2021) e Pós-Doutor em Inovação, Design e Tecnologia (2019) e possui mais de 38 artigos científicos e dois livros publicados no Brasil e em Portugal.
Dr. Ygor Corrêa e sua equipe de profissionais da saúde mental capacitam profissionais da saúde para atuarem na área das Dependências Tecnológicas, a partir de estudos e práticas baseadas em evidências científicas, produzidas pelas melhores universidades brasileiras e internacionais.
CRP 06/134954 · Especialista em Dependência Tecnológica (UCS) · Aprimoramento IPQ-USP
Psicóloga e professora. Especialista em Dependência Tecnológica: intervenções multidisciplinares (UCS) e mestra em Letras (FFLCH-USP). Graduada em Letras pela mesma instituição. Bacharela em Psicologia (Centro Universitário Padre Anchieta), com formação em Neuroaprendizagem e aprimoramento em Transtorno do Controle do Impulso e Dependências Comportamentais (IPq-USP).
Manhã das 9h às 12h, tarde das 14h às 17h. Quem entra participa da construção do protocolo em tempo real, com perguntas e respostas no fim de cada bloco.
ou 12x de R$ 10,03 · cartão · pix
ou 12x de R$ 17,27 · cartão · pix
Pagamento via Hotmart · cartão · PIX · acesso em até 5 minutos · sem boleto.
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O sábado 24 de outubro acontece uma vez, ao vivo no Zoom. A inscrição fecha quando a sala fecha.
"A indústria das bets não vai até o usuário. Ela invade. E o profissional clínico ou está preparado, ou improvisa quando o paciente entra na sala. A gente chamou esse sábado de Imersão Clínica em Bets porque é exatamente isso: imersão. Vem com o caderno aberto."
Dr. Ygor Corrêa